As três notícias de hoje refletem três gargalos: infraestrutura sai de “peças” para entrega em plataforma, autonomia sai de “funciona” para “opera”, e a sucessão na Apple pode ditar o ritmo das apostas em AI/AR.

Comentário:
Helios não é um chip/servidor isolado, mas uma arquitetura completa de sistema em rack. A capacidade industrial da Lenovo em supply e serviços corporativos leva a proposta da AMD do “viável” para o “comprável”.
Rack-scale significa padronização: CPU/GPU, rede, energia, refrigeração e gestão empacotados para reduzir fricção de integração em data centers.
Para a AMD, isso é estratégia de “entrega como plataforma”. Com métricas claras de inferência, a relevância pode ir muito além do nome SR675i.
Comentário:
A licença (6 jan 2026) sugere localidade e conformidade robustas em uma cidade de alta regulação e forte investimento em mobilidade inteligente.
Sem motorista de segurança implica exigências rígidas em segurança, monitoramento remoto, takeover, SOPs, planos de emergência e responsabilidade. A governança centralizada de Dubai geralmente facilita coordenação e suporte para expansão.
O desafio real é operar em escala. A Apollo Go conseguirá exportar seu sistema operacional e adaptar a padrões locais?
Comentário:
Cook está no comando desde 2011 e conduziu um salto enorme de valor. Mesmo sem anúncio oficial, rumores reaparecem em períodos de transição de plataforma.
Ternus é visto como favorito por combinar senioridade e credibilidade técnica; está na Apple desde 2001 e ligado a grandes transições de hardware. Se for verdade, pode alterar o ritmo e as prioridades em AI/AR. Você acha que o rumor procede?
Encerramento:
Entrega em rack, operação sem motorista e transição de liderança: tudo aponta para execução sistêmica. Qual dessas histórias você acha mais relevante?
Leitura extra (72 horas):